Durante nossa viagem por Minas Gerais, passamos por três cidades que estavam entre os principais destinos do nosso roteiro: Diamantina, Serro e Ouro Preto. Como ficamos hospedados nas três cidades, resolvemos fazer este artigo para contar exatamente onde ficamos, quanto pagamos, como eram os quartos, a localização, o estacionamento, o café da manhã e, principalmente, o que achamos de cada hospedagem.
Não é um comparativo baseado apenas em fotos ou avaliações de outros viajantes. Aqui vamos contar a nossa experiência, aquilo que encontramos quando chegamos e o que realmente achamos de cada lugar. E já podemos adiantar: tivemos experiências muito boas nas três cidades.
Onde ficamos em Diamantina
Em Diamantina, ficamos no Hotel Montanhas de Minas, do dia 20 ao dia 23 de setembro de 2026. Pagamos R$ 576,72 pelas três diárias, o que consideramos um ótimo preço para a localização e para o que o hotel oferece.
Uma das primeiras coisas que percebemos foi justamente a localização. O hotel fica muito bem situado e, em aproximadamente cinco minutos de caminhada, já estávamos no centro histórico de Diamantina. Como estávamos de carro, poderíamos facilmente ter utilizado o veículo para circular pela cidade, mas praticamente não precisamos.
Deixamos o carro estacionado e fizemos boa parte dos nossos passeios caminhando. Para quem vai conhecer Diamantina, isso é uma vantagem enorme, porque o centro histórico é justamente uma das partes mais interessantes da cidade e muitos dos principais pontos podem ser visitados a pé.
Para quem viaja de carro, existe apenas um detalhe importante: o Hotel Montanhas de Minas possui somente três vagas de estacionamento. As vagas são por ordem de chegada. No nosso caso, conseguimos estacionar sem problemas, colocamos o carro na garagem, fechamos o portão e praticamente esquecemos dele durante nossa estadia.
Então, se você estiver viajando de carro, vale a pena chegar mais cedo para tentar garantir uma das vagas. Como fizemos praticamente tudo a pé, o carro ficou parado durante boa parte da nossa estadia, o que acabou sendo até melhor, já que circular e estacionar no centro histórico de Diamantina nem sempre é a opção mais prática.

Nossa impressão foi de que o estabelecimento tem muito mais aquele estilo aconchegante de pousada do que propriamente de um grande hotel. É um lugar simples, mas muito agradável. O quarto tinha ar-condicionado e era confortável para os dias que passamos na cidade.
A troca de roupa de cama e toalhas era feita diariamente, o que também achamos um ponto positivo. Outro destaque foi o café da manhã, que estava incluído na diária. Gostamos bastante e achamos que era uma ótima maneira de começar os dias antes de sair para conhecer Diamantina.
No geral, o Hotel Montanhas de Minas entregou exatamente aquilo que procurávamos: uma hospedagem confortável, bem localizada, com café da manhã, estacionamento e um preço bastante interessante. Pagamos R$ 576,72 pelas três diárias e, para nós, valeu muito a pena.





Se voltássemos para Diamantina e encontrássemos uma condição semelhante, ficaríamos novamente no mesmo lugar.
Onde ficamos em Serro
Depois de Diamantina, seguimos viagem para Serro. Nossa passagem pela cidade foi mais curta, pois ficamos apenas uma noite, chegando no dia 23 e saindo no dia 24 de setembro de 2026.
Em Serro, escolhemos a Pousada Vale do Queijo e pagamos R$ 380 pela diária. E essa foi uma das maiores surpresas positivas da nossa viagem em relação à hospedagem. A pousada é muito nova e muito bem cuidada.
Ela fica um pouco afastada do centro de Serro, mas isso não foi um problema para nós. Como estávamos de carro e a cidade é pequena, era muito tranquilo sair da pousada e chegar ao centro. Na prática, preferimos ter uma hospedagem mais confortável, nova e espaçosa, mesmo que não estivesse exatamente no centro histórico.
A Pousada Vale do Queijo tem aquele estilo colonial que combina muito com a região. Quando você chega, realmente tem a sensação de estar em uma pousada mineira tradicional, mas com tudo muito bem conservado e reformado. O quarto que ficamos era extremamente espaçoso, o banheiro também era grande e confortável e tudo parecia muito novo e bem cuidado. Tínhamos ar-condicionado e café da manhã incluído na diária.





Foi uma daquelas hospedagens em que chegamos e pensamos: “Nossa, que boa escolha”. Para uma estadia de apenas uma noite, conseguimos descansar muito bem e aproveitar bastante a estrutura. Na nossa opinião, foi uma das melhores hospedagens da viagem considerando especificamente a qualidade do estabelecimento. O estacionamento também ficava na própria pousada, o que facilitou bastante para nós.
Pagamos R$ 380 por uma diária e consideramos o valor muito justo pelo que encontramos. Se você estiver de carro e não fizer questão de ficar exatamente no centro de Serro, nós consideramos a Pousada Vale do Queijo uma excelente opção.
Onde ficamos em Ouro Preto
Depois de Diamantina e Serro, seguimos viagem até Ouro Preto. Essa foi a nossa estadia mais longa entre as três cidades. Ficamos na Pousada Solar do Carmo durante quatro noites, chegando no dia 24 de setembro de 2026 e saindo no dia 28.
Pagamos R$ 1.250 pelas quatro diárias, o que dá aproximadamente R$ 312,50 por noite. E, novamente, nossa escolha acabou sendo muito boa. O principal destaque da Pousada Solar do Carmo é, sem dúvida, a localização. Você fica muito próximo da Praça Tiradentes e de praticamente toda a região central que interessa para quem está visitando Ouro Preto.
Da pousada até a Praça Tiradentes são poucos minutos de caminhada. Isso foi muito importante para nós porque, assim como em Diamantina, queríamos conhecer Ouro Preto principalmente caminhando. Deixávamos o carro parado e saíamos para explorar as igrejas, praças, museus, lojas e restaurantes do centro histórico.
A Solar do Carmo tem uma característica que combina muito com Ouro Preto: ela preserva aquele estilo colonial da cidade. Entre as três hospedagens que conhecemos nessa viagem, essa foi provavelmente a que mais passou para nós aquela sensação de estar realmente hospedados em uma construção histórica.








Os detalhes arquitetônicos, a estrutura e o próprio ambiente combinam muito com o estilo de Ouro Preto. Você não está simplesmente em um hotel qualquer; está em uma cidade histórica e, ao se hospedar em uma pousada com essa característica, sente um pouco mais daquela atmosfera colonial.
Outro ponto que gostamos muito foi o café da manhã. Além de ser muito bom, a área onde o café era servido tinha uma vista muito bonita de Ouro Preto. Era um daqueles momentos em que dava vontade de ficar mais alguns minutos sentado, tomando café e simplesmente olhando a cidade.

Para quem estiver viajando de carro, existe uma informação importante sobre o estacionamento. Diferentemente das hospedagens de Diamantina e Serro, o estacionamento da Pousada Solar do Carmo não fica junto à pousada. Ele fica a aproximadamente 300 ou 400 metros do hotel. Por isso, nossa sugestão é fazer primeiro o check-in, deixar as malas na pousada e depois levar o carro até o estacionamento. Depois você pode voltar caminhando para a pousada e deixar o veículo lá durante sua estadia.
Para nós não foi um problema, principalmente porque, depois que deixamos o carro estacionado, praticamente fizemos tudo a pé em Ouro Preto. Na verdade, para conhecer o centro histórico, andar a pé acaba sendo muito mais interessante do que ficar procurando estacionamento pelas ruas.
Nossa experiência nas três hospedagens
No geral, ficamos muito satisfeitos com as três hospedagens. Cada uma teve seu ponto forte: em Diamantina, gostamos principalmente da localização e do custo-benefício; em Serro, a Pousada Vale do Queijo nos surpreendeu pela estrutura nova e pelo conforto; e em Ouro Preto, a localização e o estilo colonial da Pousada Solar do Carmo fizeram toda a diferença.
Também fomos muito bem recebidos nas três cidades, com equipes atenciosas e hospedagens que atenderam muito bem ao que precisávamos durante a viagem. Para nós, isso acabou tornando a experiência ainda melhor, principalmente depois de dias inteiros caminhando e conhecendo cada destino.
Se voltássemos a Diamantina, Serro ou Ouro Preto, certamente consideraríamos ficar novamente nos mesmos lugares. E é justamente essa experiência real que queremos compartilhar aqui no Viajantes sem Fronteira: mostrar onde ficamos, o que encontramos e se, na nossa opinião, aquela hospedagem realmente valeu a pena.











