Nossa viagem pelos Estados Unidos começou oficialmente no dia 19, bem cedo. Chegamos ao aeroporto de Los Angeles por volta das 6h da manhã, depois de um longo voo internacional. Entre imigração, retirada do carro alugado e organização das bagagens, levamos algumas horas até finalmente pegar a estrada rumo ao nosso primeiro destino: San Diego.
A cidade não estava no roteiro como um destino principal, mas sim como um ponto estratégico para descanso após a viagem e também para realizarmos um grande objetivo daquele início de roteiro: conhecer o SeaWorld San Diego.
Chegada direta ao SeaWorld
Saindo de Los Angeles, seguimos viagem até San Diego e chegamos ao parque por volta das 11h30 — praticamente na abertura, já que o SeaWorld começa a funcionar às 10h. O ingresso custou cerca de US$ 50 por pessoa, um valor que consideramos justo para a proposta do parque.
Mesmo cansados da viagem, a expectativa era grande. Afinal, o SeaWorld é conhecido mundialmente por suas atrações marinhas e, principalmente, pelos famosos shows com orcas.





O grande destaque: o espetáculo das orcas
Sem dúvida, o momento mais marcante da nossa visita foi assistir às apresentações das orcas. Ver de perto animais tão imponentes realizando acrobacias e respondendo aos comandos dos treinadores é algo impressionante.
O nível de entrosamento entre humanos e animais chama muito a atenção. É uma experiência que mistura emoção, curiosidade e admiração, principalmente pela precisão dos movimentos e pela conexão visível entre treinador e animal. Para nós, esse foi o ponto alto do parque e o que realmente fez a visita valer a pena.
Além dos shows, caminhamos bastante pelo parque, visitamos áreas expositivas e aproveitamos a paisagem, que é muito bem cuidada e agradável para passear.
Almoço dentro do parque (e a famosa turkey leg)
Durante a visita, paramos para almoçar dentro do próprio SeaWorld. Um dos itens mais famosos dos parques americanos chamou nossa atenção: a turkey leg, a tradicional coxa de peru gigante.
Ela custou US$ 18 e foi grande o suficiente para dividirmos entre nós dois — eu, Bruno, e a Ágata. O sabor é bom e a experiência é curiosa, mas vale o aviso: a carne é mais firme e pesada, o que torna um pouco difícil comer andando pelo parque, principalmente sem mesa ou talheres. Ainda assim, é algo típico e que vale experimentar pelo menos uma vez. O Juliano preferiu optar por um frango frito, que também encontramos facilmente em diversos pontos do parque.


Nem tudo funcionou como esperado
Infelizmente, nem todas as atrações estavam operando no dia da nossa visita. Algumas áreas e brinquedos — incluindo a montanha-russa — estavam fechados, o que reduziu bastante as opções de atividades.
Se não fosse o espetáculo das orcas, provavelmente nossa percepção geral do parque teria sido menos positiva. Ainda assim, conseguimos aproveitar a experiência dentro do tempo e da energia que tínhamos naquele primeiro dia de viagem.




Por conta do cansaço acumulado, acabamos ficando poucas horas no parque e saímos por volta das 15h.
Descanso e compras no Fashion Valley
Depois do SeaWorld, seguimos para o Fashion Valley, um shopping aberto muito bonito em San Diego, com diversas lojas de marcas conhecidas e um ambiente agradável para caminhar e relaxar.
Foi ali que aproveitamos para fazer uma das compras planejadas da viagem: trocar nossos celulares. Compramos dois iPhones 17 Pro de 256 GB, pagando US$ 1.184 por unidade já com impostos (nos Estados Unidos, as taxas são adicionadas apenas no momento do pagamento).


Considerando que o dólar havia sido comprado por R$ 5,30, cada aparelho saiu por aproximadamente R$ 6.275, um valor bem abaixo do praticado no Brasil.
Além das compras, usamos o tempo no shopping principalmente para descansar, comer algo leve e recuperar as energias.
Hospedagem em San Diego: uma noite no Handlery Hotel San Diego
Durante nossa passagem por San Diego, ficamos hospedados no Handlery Hotel San Diego, entre os dias 19 e 20. Pagamos aproximadamente US$ 200 por dois quartos (cerca de US$ 100 cada), um valor que inicialmente consideramos justo pela localização e estrutura do hotel, que é confortável, bem localizado e tranquilo para descanso.
No entanto, essa foi a única hospedagem da viagem em que tivemos surpresas desagradáveis. Ao chegar, fomos informados sobre uma taxa adicional de US$ 50 que não estava descrita na reserva feita pelo Booking, além da cobrança já esperada de US$ 25 pelo estacionamento. Apesar de o hotel em si ser bom, essa falta de transparência nas informações acabou deixando a experiência um pouco frustrante. Vale destacar que, entre todas as reservas feitas pelo nosso parceiro Booking ao longo da viagem, esse foi o único local em que tivemos esse tipo de problema.

Um dia leve antes do começo da aventura
San Diego cumpriu perfeitamente o papel que esperávamos: foi nosso ponto de adaptação após o voo internacional e uma pausa estratégica antes do início da verdadeira road trip.
No dia seguinte, começaríamos uma longa jornada de aproximadamente sete horas de estrada rumo a Sedona, dando início às etapas mais intensas da viagem.
Essa primeira tarde foi tranquila, sem pressa e exatamente do jeito que precisava ser — um misto de descanso, experiências novas e a sensação boa de que a aventura pelos Estados Unidos estava apenas começando. Nos próximos artigos, vamos contar em detalhes cada etapa dessa viagem e tudo o que vivemos pelo caminho.












